As drogas ilícitas podem prejudicar o fígado?

As drogas ilícitas podem prejudicar o fígado?

Oi gente, às drogas ilícitas podem sim prejudicar o fígado.

Nós não temos dúvida disso. Nós sabemos que cocaína, tem efeito deletério ao fígado, pode levar a consequências sérias do fígado, com fibrose hepática.

Mas eu queria fazer um alerta principalmente, essas drogas que estão usando nas raves e nas baladas, que são as balas, com esses comprimidos de remédios, que poderiam ser prescritos para doenças e que estão sendo usados indevidamente, para melhorar a performance nas festas, melhorará a alegria e etc.

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 Então essas drogas têm descrição de que eles podem matar, dando insuficiência hepática aguda, porque eles aumentam muito o metabolismo, acelera muito metabolismo, as pessoas ficam muito aceleradas e isso pode levar à destruição do fígado por hipertermia.

Tem descrições de pessoas que tenham uma atividade, muito grande que ficam com uma temperatura, e uma atividade muito alta por temperatura e isso pode fazer destruição de massa muscular, destruição e piora do fígado, e de rim quer dizer.

São drogas que realmente podem ser muito lesivas. Então podem prejudicar demais o fígado sim e eu recomendo que se evite o uso destas drogas.

Prof. Dr. Luiz Carneiro
Diretor da Divisão de Transplantes de Fígado e Orgãos do Aparelho Digestivo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
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Todo nódulo no fígado é cirúrgico?

Todo nódulo no fígado é cirúrgico?

Olha boa tarde essa pergunta é muito oportuna porque é muito frequente aqui no consultório nós temos que diferenciar duas coisas os nódulos malignos e os novos benefícios os novos do filho do maligno estes sim, mas antes deve haver uma grande investigação para saber que é maligno.

E os nódulos benignos, e é desses que eu vou falar, que o hemangioma hepático, a hiperplasia nodular focal, o adenoma hepático e os cistos hepáticos.

Estes são nódulos benignos e só é cirúrgico o adenoma, o hemangioma não deve ser tratado cirurgicamente.

A hiperplasia nodular focal não deve ser operada, o cisto hepático simples não deve ser operado.

O fato de ter cisto no rim e no fígado em conjunto fala muito a favor, de que por exemplo, é uma doença congênita, hereditária por isso que dá cisto no rim e cisto no fígado. Se não tivesse sintoma, se não tiver comprometimento, o rim para de ter alteração funcional, é muito raro ter que se intervir nessa doença, no fígado, o rim à parte eu não quero analisar, que eventualmente o cisto pode levar ao comprometimento do rim e no fígado isso é muito raro, é muito difícil, se bem que tem cistos muito grandes e que podem ter complicações, mas aí tem fígados com a pessoa tem uma barriga que fica enorme, aí é uma situação diferente desse que a gente vê aqui é um cisto  pequenininho e são assim e estão lá.

Então nós vimos que desses que eu citei, quase nenhum deles deve ser operado, muito raramente. Existe um que é o adenoma hepático e nós sabemos hoje que em homem é preocupante, se for realmente adenoma hepático é preocupante.

Em mulheres hoje nós em geral fazemos biópsia e existem algumas classificações do adenoma, se o adenoma tiver alguma pré-disposição maligna, nós operamos que é uma parte, e se na biópsia não der essa pré-disposição nós não devemos operar, também devemos seguir e observar. Existem o tamanho, por si não indica a cirurgia, nenhuma dessas lesões, nem no hemangioma, nem na hiperplasia nodular, nem no adenoma hepático.

E hoje com métodos de imagem, uma triagem inicial pela ultrassonografia e se houver dúvida nesses nódulos, a ressonância magnética é o padrão ouro e a ressonância magnética defini 96% desses nódulos simples do fígado ou mais, então começamos com o ultrassom e vamos pra ressonância e sabemos exatamente se é benigno e que deve ser tratado conservadoramente e alguns desses  nódulos no adenoma, nós poderemos fazer uma biópsia para definir se existe uma pré-disposição a malignidade ou não e nessa situação, pode-se então indicar a cirurgia.

Prof. Dr. Luiz Carneiro
Diretor da Divisão de Transplantes de Fígado e Orgãos do Aparelho Digestivo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
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Quando e por que devemos fazer a biópsia do fígado?

Quando e por que devemos fazer a biópsia do fígado?

Diversos exames são adotados por especialistas para examinar a saúde clínica dos pacientes. Seu caráter é tanto preventivo como para acompanhamento de casos e, ainda, a fim de obter diagnósticos mais precisos.

Isso porque, alguns exames nem sempre são capazes de identificar alterações mais específicas. Então, quando são percebidas ou suspeita das seguintes alterações, pode se avaliar a necessidade de outros procedimentos mais detalhado, como a biópsia do fígado. (Veja também como é feita a biópsia do fígado).

É sobre essa técnica que nós vamos conversar neste artigo para que você entenda quais são as suas aplicações. Continue lendo e descubra quando a biópsia do fígado é indicada e por que é necessário realizá-la.

 

O que é a biópsia do fígado?

A biópsia hepática (do fígado) é um procedimento realizado em ambiente preferencialmente hospitalar, sob os cuidados médicos, pois se trata de um procedimento invasivo que consiste na retirada de um pequeno fragmento (tecido do fígado) para futura análise da amostra por um médico patologista.

O intuito é analisar o que está causando as alterações que levaram a realização com a suspeita e alterações percebidas previamente nos exames não invasivos. Por meio dela é possível identificar alterações nas células do tecido do fígado.

Esse procedimento é simples, realizado com auxilio de exame de imagem (ultrassom ou tomografia) onde é extraída o tecido por via percutânea com o auxílio de uma agulha fina, e em alguns casos selecionados por videolaparoscopia ou transvenosa. Também pode ser realizada quando o paciente estiver sendo submetido a uma cirurgia exploradora de abdômen.

 

Quando é necessário realizar esse procedimento?

A biópsia do fígado não é um exame de rotina para todas as pessoas, ou seja, ela não faz parte do checkup como um hemograma. Geralmente esse procedimento é solicitado apenas quando existe suspeita de alterações no fígado do paciente.

Quando outros exames realizados anteriormente acusam algum estado anômalo no organismo, especificamente no fígado, por meio dos resultados obtidos poderá ser necessária a realização da biópsia. Portanto, essa técnica ajuda os especialistas a obterem um diagnóstico mais preciso para dar início ao tratamento adequado ou acompanhamento de doenças.

Isso é fundamental porque quando os exames não são conclusivos não é possível saber ao certo as alterações detectadas anteriormente. A biópsia do fígado, então, permite ter a certeza do quadro para guiar as melhores condutas.

 

O que a biópsia do fígado ajuda a identificar?

Como dito, a biópsia do fígado é um exame complementar que ajuda a obter um diagnóstico mais preciso quando há alterações específicas no fígado. Assim, por meio dela é possível avaliar com precisão as células e tecidos hepáticos normais, ou com infiltração de gordura, hepatites, nódulos hepáticos, fibrose hepática, cirrose e de células cancerígenas.

Ela também é eficaz quando um paciente é diagnosticado com hepatite do tipo B ou C. Nesse caso, por meio dela é possível avaliar o grau dessas doenças para proceder conforme a necessidade.

Outra aplicação desse procedimento é para analisar se as medidas terapêuticas adotadas estão de fato surtindo efeitos positivos para o fígado. Em resumo, ajuda a observar se o tratamento indicado para o paciente está promovendo melhoras.

Como a biópsia do fígado é eficaz para ajudar no diagnóstico do câncer, os pacientes podem encarar com certo espanto quando esse procedimento é solicitado. Porém, é importante entender que não são todos os casos suspeitos que são confirmados.

A biópsia é importante justamente para que se possa ter certeza do quadro clínico do paciente. Afinal, nem todas as alterações nos exames são de fato no fígado e nem sempre elas indicam um problema mais complexo ou grave.

Por isso, esse exame é fundamental para determinar o tratamento adequado em cada caso. Quando realizado por um profissional experiente, trata-se de um método muito seguro, para o qual as complicações são muito raras e também reversíveis.

Prof. Dr. Luiz Carneiro
Diretor da Divisão de Transplantes de Fígado e Orgãos do Aparelho Digestivo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
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Esquistossomose, ainda existe!

Esquistossomose, ainda existe!

Esquistossomose é uma doença predominantemente do Nordeste, mas ainda existem em alguns casos no Sudeste e Sul do Brasil. Podendo ser muito grave se não tratada a tempo.

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Diretor da Divisão de Transplantes de Fígado e Orgãos do Aparelho Digestivo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
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Exames para o fígado, qual a importância deles?

Exames para o fígado, qual a importância deles?

Você sabia que, assim como para outras partes do corpo, também é possível realizar exames preventivos para avaliar a saúde do nosso fígado? Acredite, esses procedimentos são muito importantes para conhecermos doenças precocemente.

Exames para o fígado - Por Prof. Dr. Luiz Carneiro - USP - Hospital das Clínicas Divisão de Transplante de FígadoA boa notícia é que essa avaliação é feita de uma forma muito simples e sem nenhum risco para a pessoa. Da mesma forma como é feita a coleta de sangue para um hemograma fazemos também para a realização do “hepatograma”, que mede, entre outros, a concentração de enzimas (hepatocelulares – AST e ALT e canaliculares GGT e FA), valores de bilirrubinas, função hepática (coagulação e albumina) no sangue. Além da realização de imagens e métodos não invasivos inicialmente.

Continue lendo para entender melhor por que é tão importante fazer esse acompanhamento do fígado, e entenda o que pode ser evitado se isso se tornar uma rotina para o checkup de todas as pessoas.

 

Por que as doenças do fígado assustam as pessoas?

Exames para o fígado - Por Prof. Dr. Luiz Carneiro - USP - Hospital das Clínicas Divisão de Transplante de FígadoQuando falamos a respeito de doenças do fígado isso causa bastante insegurança para as pessoas, e sabe por que acontece assim? Porque na grande maioria dos casos esses problemas são descobertos quando eles já estão num estágio avançado.

A hepatite e a cirrose, por exemplo, são doenças que se iniciam de forma silenciosa e com o tempo provocam lesões muitas vezes irreversíveis no fígado. Mas é fato que tudo isso pode ser evitado, além de serem diagnosticados de forma precoce.

Vale lembrar que esses problemas também assustam porque as lesões no fígado podem evoluir para tumores. Porém, se for realizado o devido acompanhamento, não haverá mais motivo para essa insegurança.

 

Por que devemos fazer exames para o fígado?

O fígado é um dos órgãos vitais para o ser humano. Ele faz parte do sistema digestório e é responsável por metabolizar e armazenar os nutrientes que ingerimos com a alimentação.

Essas substâncias somente são absorvidas pelo organismo depois de passarem por esse órgão, por isso, se ele não estiver funcionando perfeitamente haverá complicações para a saúde de um modo geral, tanto que podem levar o indivíduo à morte.

Os exames do fígado são essenciais para que possamos identificar alterações ou problemas ainda no começo. O intuito é não deixar que evolua a ponto de provocar sintomas, ou já estar em uma condição mais agravada e evoluindo para complicações maiores.

Quando isso é feito, de maneira precoce, de modo que podemos identificar o que está provocando as alterações nesse órgão, ao mesmo tempo em que adotamos o tratamento adequado conforme a necessidade.

Os exames citados, dependendo de cada caso, são utilizados como diagnóstico precoce de problemas no fígado. Elas estão presentes exclusivamente nas células desse órgão, e quando ele se encontra com problemas, existe uma alteração delas no fluxo sanguíneo.

Por meio do resultado desses exames é possível identificar lesões no órgão, o que possibilita ao médico solicitar exames mais aprofundados para identificar o problema e adotar o tratamento adequado.

A prevenção é fundamental, acompanhe agora a campanha no mês da conscientização das Hepatites, clique aqui!

 

Somente esse exame é capaz de avaliar o fígado?

Existem vários procedimentos que podem ser solicitados pelo médico com o intuito de avaliar a saúde do fígado. Além das taxas de concentrações das enzimas hepáticas no sangue, também podem ser solicitados outros exames (AST, GGT, ALT, bilirrubina, albumina, tempo de protrombina e lactato desidrogenase), dependendo de cada caso.

Outro método não invasivo que avalia as alterações hepáticas é a elastografia hepática, ajudando no diagnostico e acompanhamento das alterações no fígado.

Exames para o fígado - Por Prof. Dr. Luiz Carneiro - USP - Hospital das Clínicas Divisão de Transplante de FígadoMas também é possível identificar alterações por meio de exames de imagem. Inclusive, alguns problemas do fígado são identificados acidentalmente quando a pessoa realiza exames de ultrassom ou tomografia, por exemplo, em função de algum outro problema.

Esse é o caso de cistos ou de hemangiomas. Essas duas condições dificilmente provocam sintomas e é bastante comum que a pessoa conviva com elas sem saber que as possui. Embora não sejam graves, é preciso fazer um acompanhamento, já que em alguns casos podem evoluir e causar complicações.

Ou seja, os exames para o fígado têm tanto o intuito preventivo como de diagnóstico precoce e ainda de acompanhamento para pacientes que apresentam certa condição, ou estão no grupo de risco e propensão para alguns problemas.

Em função da importância desse órgão é fundamental realizar os exames de fígado para avaliar constantemente a sua saúde. Dessa forma, conseguimos prevenir complicações mais severas e reduzimos grandemente o número de casos graves de doenças hepáticas.

Prof. Dr. Luiz Carneiro
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Cisto no fígado é grave?

Cisto no fígado é grave?

Quando uma pessoa recebe o diagnóstico de que possui uma lesão em seu organismo, nem sempre ela recebe essa notícia de uma forma muito positiva. Mas não é necessário se assustar com esse quadro, porque na grande maioria das vezes essas formações são benignas, como é o caso do cisto no fígado.

Neste post nós vamos falar um pouco a respeito desse problema para que você entenda se ele pode ser grave. Continue lendo e descubra o que é de fato um cisto no fígado, se ele traz alguma complicação para o funcionamento desse órgão e se está relacionado ao câncer.

 

O que é um cisto no fígado?

Um cisto é um nódulo com a característica de ter o formato arredondado e conter líquido em seu interior. Popularmente poderíamos classificá-los como bolhas ou bolsas de água, digamos assim, sendo muito comum a sua formação no fígado.

Para a grande maioria dos casos de cisto no fígado as causas da sua formação permanecem desconhecidas. O que se sabe é que essas lesões podem nascer com o indivíduo ou então se desenvolverem ao longo de sua vida.

Outra característica do cisto no fígado é que ele tem um crescimento lento. Ou seja, desenvolve-se muito devagar, tanto que, mesmo aqueles que já acompanham a pessoa desde o seu nascimento, comumente são encontrados apenas quando elas atingem a idade adulta.

Isso porque, aqui temos outro aspecto sobre esse problema, que se trata na maioria das vezes do fato de ser assintomático. Pessoas com cisto no fígado na grande maioria das vezes não apresentam sintomas ou manifestações incômodas.

Essa condição se dá pelo fato de que os cistos não ser uma doença maligna. Essas lesões são benignos e normalmente não trazem complicações para o funcionamento do fígado. Isso somente pode acontecer se adquirirem um tamanho muito grande ou se houverem múltiplas formações.

 

Esse problema é grave?

Como dito, na grande maioria dos casos o cisto no fígado não apresenta risco, problema ou complicação para a saúde do indivíduo, nem tão pouco interfere nas funções desse órgão. É por isso que as pessoas convivem com essas lesões sem prejuízo algum para sua saúde.

No caso de os cistos serem muito numerosos, aí então eles podem atrapalhar o funcionamento do fígado, levando a algum grau de falência hepática. Se acontecer de crescerem demais, também podem causar inchaços e dores na parte superior do lado direito do abdômen, à altura do órgão. Podendo acontecer compressão dos órgãos vizinhos ao fígado.

Quando atingem um tamanho igual ou superior a cerca de 10 cm, é possível sentir os cistos tocando o abdômen. E quando o indivíduo apresenta essas complicações é que então uma intervenção médica se faz necessária.

Pode se indicar nesses casos que o cisto seja drenado ou removido por meio de cirurgia. Essa recomendação também é feita quando os cistos estiverem atrapalhando o funcionamento do fígado e da bile.

Alguns casos os cistos podem evoluir com dor abdominal ou compressões de órgãos vizinhos como o estomago, apresentando dificuldade na alimentação e aumento da pressão abdominal. Existem doenças policísticas, as quais os cistos evoluem com infecção, necessitando de tratamento com antibióticos e em muitos casos drenagens.

No mais, não é necessário tratar o cisto no fígado. O médico recomendaria apenas que o seu quadro fosse acompanhado para observar a sua evolução e prevenir possíveis complicações. É fundamental que cada caso seja avaliado individualmente, já que uma pequena quantidade pode, sim, apresentar algum risco maior para o paciente.

 

Quando um cisto pode virar câncer?

Em apenas cerca de 5% dos casos é que um cisto no fígado pode trazer uma complicação maior, mostrando sua tendência para se tornar um câncer. Mas isso por que trata-se de um tipo específico de cisto, como é o caso do cistoadenoma (benigno) ou cisto adenocarcinoma (maligno).

Esses já são considerados como tumores pré-cancerígenos (cistoadenoma), ou seja, possuem em si o potencial para se transformarem em tumores malignos, ou câncer. Nesse caso, são denominados como cisto adenocarcinomas.

Mas, como dito, isso apenas para uma baixa porcentagem dos casos que apresentam um tipo específico de cisto no fígado. Para os demais, essa formação é benigna e não está relacionada com câncer, nem tão pouco com infecções.

Por isso, se algum dia você receber o diagnóstico de cisto no fígado não é necessário ficar preocupado. Converse com seu médico e esclareça todas as suas dúvidas, mas tenha certeza de que é possível acompanhar o seu quadro ou tratar o problema para que ele não se torne uma complicação.

A doença policística com sinais característicos precisa ser bem avaliada pelo especialista, pois em casos específicos os cistos volumosos podem levar e ser necessário o transplante de fígado para o tratamento do paciente.

Veja também referente aos cistos no pâncreas, clique aqui!

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