O que é a gastroenterite viral e como evitar

Muitas pessoas começam a apresentar sintomas como febre, diarreia, dores abdominais, entre outros, e não sabem que estes podem ser os sinais de uma gastroenterite viral.

A gastroenterite viral trata-se de uma inflamação do trato digestivo, que atinge o estômago e o intestino, sendo ocasionada por um determinado vírus (adenovírus, norovírus ou rotavírus).

O problema é bastante comum no verão, principalmente em locais onde não existe tratamento de água e rede de esgoto adequada, e pode ser transmitida pelo contato da mão infectada com a boca, ou por intoxicação alimentar.

No pronto atendimentos, cerca de 80% a 90% dos pacientes são atendidos com esse tipo de doença.

Para saber mais informações, continue nos acompanhando!

Principais sintomas da gastroenterite viral

A gastroenterite viral, conforme dito anteriormente, pode ser transmitida pelo contato da mão contaminada com a boca, ou através de alimentos que foram preparados de modo pouco higiênico, por alguém que já foi contaminado.

Os sintomas podem aparecer de um e três dias após a pessoa ter sido infectada. Entre os principais sintomas, estão:

  • Febre;
  • Dores de cabeça e abdominais;
  • Diarreia;
  • Vômito;
  • Desidratação;
  • Perda de apetite.

 

Tipos de vírus

Adenovírus

É transmitido pelo contato de resquícios de fezes com as vias orais do indivíduo. Costuma ser bastante comum em crianças com menos de 2 anos de idade. Os picos de infecção por esse vírus podem ser maiores no verão.

 

Norovírus

A transmissão é comum em adultos e crianças, e ocorre por meio de líquido, alimento ou pessoas contaminadas. Possui facilidade de proliferação, e por isso os cuidados deverão ser maiores, principalmente em locais fechados.

 

Rotavírus

Uma das causas mais comuns de gastroenterite viral, com maiores efeitos em adultos. O contato com resquícios de fezes contaminadas com a via oral é o principal meio de transmissão.

 

Como evitar?

Para tirar as impurezas, as verduras e os legumes devem ser bem lavados. Gotas de vinagre e limão, em uma bacia com água, também podem ajudar a esterilizar os alimentos, que deverão ser consumidos, de preferência, cozidos. Antes de manuseá-los, é importante lavar bem as mãos.

Nos momentos de lazer, ao entrar no mar para um banho, por exemplo, tomar muito cuidado para não engolir a água. E algo muito importante: manter-se sempre bem hidratado! Além de água filtrada, suco de fruta, bebidas isotônicas e água de coco são indicados para repor os líquidos.

Para quem já tem a doença, é indicada uma dieta de fácil digestão e poucas quantidades de fibras, como sopa de frango, legumes cozidos, frutas sem casca e hortaliças.

E não se esqueça: siga sempre as orientações do seu médico e jamais se automedique!

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Prof. Dr. Luiz Carneiro

Diretor da Divisão de Transplantes de Fígado e Orgãos do Aparelho Digestivo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP

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