Ter pedra na vesícula nem sempre significa que a cirurgia será necessária. A decisão depende principalmente da presença de sintomas, do histórico de crises e das características de cada paciente.
Neste vídeo, você vai entender quando sintomas como empachamento, dificuldade de digestão e cólica biliar podem indicar a necessidade de cirurgia e por que alguns pacientes sem sintomas podem ser apenas acompanhados. Também são abordadas situações em que idade, diabetes, viagens frequentes e dificuldade de acesso a atendimento médico podem influenciar essa decisão.
Quando os sintomas indicam cirurgia da vesícula
Oi, pessoal, hoje nós vamos falar sobre pedra na vesícula, quando a cirurgia é necessária? Essa é uma questão complicada.
Se você tiver pedra na vesícula, independentemente da idade, do sexo e tiver sintomas que são associados à pedra na vesícula, tais como: empachamento, você come e fica estufado, digestão difícil, você come uma carne e fica negociando aquilo por horas ou tem cólica depois de algum tempo que você come, sinais de que o estômago demora para esvaziar esses ou cólica biliar, meia hora depois que você comeu, você tem uma cólica no lado direito, isso tem que operar. Se você tiver um surto agudo, também é uma indicação de cirurgia.
Pedra na vesícula sem sintomas: é preciso operar?
Agora, aqueles pacientes que têm colecistite crônica calculosa, que é pedra na vesícula, e são sem sintomas, existe uma discussão muito grande.
Quando a cirurgia pode ser indicada mesmo sem sintomas
Os grupos cirúrgicos acham que tem que operar se for diabético, por número de crises, pessoas que viajam muito, que podem ter uma crise no exterior ou em locais onde não tem assistência médica, pessoas que vivem em lugares muito remotos, na Amazônia também é outra possibilidade de indicação. Então tem que ver caso a caso.
Idade e estilo de vida na decisão pela cirurgia
A chance de uma paciente jovem de 30 e poucos anos com quadro na vesícula ter alguma crise no resto da vida é muito grande. Então, pode-se considerar que o estilo de vida, tudo isso possa contribuir na indicação da cirurgia como uma profilaxia de problemas futuros.
Quando é melhor apenas acompanhar
Outro é aquele paciente que já tem 80 anos ou 90 anos, é assintomático e mora em São Paulo ou numa cidade que tem bastante recurso. Então, esse paciente nós vamos seguir e observar.
A decisão deve ser individualizada
Então, tem que ser conversado com seu médico e negociado. Aí eu digo ver qual é a melhor conduta para você.
Quem tem maior indicação para cirurgia
Mas se tiver sintomas, diabéticos, que viajam muito, pacientes jovens, nossa inclinação é pela indicação da cirurgia.
Perguntas frequentes (FAQ)
O que é nefropatia diabética e como o diabetes pode afetar os rins?
A nefropatia diabética, também chamada no texto de “rim do diabetes”, ocorre quando a glicose elevada por longos períodos causa lesões nos vasos renais e compromete progressivamente a filtração do sangue.
Quais são os primeiros sinais de comprometimento renal em pessoas com diabetes?
Nas fases iniciais, a doença pode não causar sintomas, e uma das primeiras alterações detectáveis é o aumento persistente de albumina na urina, chamado albuminúria.
Quais exames ajudam a identificar e acompanhar a nefropatia diabética?
Entre os principais estão relação albumina/creatinina urinária, creatinina sérica, taxa de filtração glomerular, além do controle da pressão arterial, glicemia e hemoglobina glicada.
Quais fatores aumentam o risco de desenvolver ou agravar a nefropatia diabética?
Diabetes de longa duração, glicemia elevada, hipertensão não controlada, tabagismo, excesso de peso, sedentarismo e histórico familiar de doença renal estão entre os fatores de risco.
É possível reduzir o risco de progressão da nefropatia diabética?
Sim. Controlar a glicemia e a pressão arterial, manter hábitos saudáveis, realizar exames periódicos e seguir corretamente o tratamento podem ajudar a preservar a função renal.






