Álcool e cigarro, qual deles é pior para o pâncreas?

Álcool e cigarro, qual deles é pior para o pâncreas?

 

Olha essa é uma escolha difícil qual é a pior para o pâncreas.

O cigarro ou álcool, porque o cigarro é fortemente associada ao câncer de pâncreas em uma incidência muito pequena então numa chance pequena mas muito presente de que o cigarro pode levar ao câncer de pâncreas.

SAIBA TAMBÉM: O que causa o câncer no pâncreas 

O câncer de pâncreas é uma doença muito grave muito letal mata e que tem que ser evitado nós sabemos dessa associação o álcool pode levar à pancreatites formas graves de pancreatites em geral são doses por muitos anos existem causas e efeitos se dizendo que você usando por exemplo três doses de cerveja por dia durante mais que oito ou nove anos , já pode ter pancreatite destilado é mais ou menos 30 gramas de álcool por dia a gente sabe que hoje algumas cervejas por exemplo já tem algumas novas cervejas quase que 30 gramas por garrafa.

Então algumas pessoas que seriam mais sensíveis poderiam ter a pancreatite crônica ou a pancreatite aguda com uma dose muito pequena como uma duas garrafas de cerveja tomando diariamente por um período enquanto que o cigarro daria o câncer de pâncreas também por um período de exposição prolongada.

Então saber qual é pior é difícil os dois são muito ruins então eu digo que é melhor não fumar, e beber socialmente eu acho que o efeito seria muito menos deletério para o organismo se não fuma se pudesse ter uma ingestão de álcool numa dose pequena e que não fosse maior do que essas que eu já falei.

Prof. Dr. Luiz Carneiro
Diretor da Divisão de Transplantes de Fígado e Orgãos do Aparelho Digestivo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
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Câncer no pâncreas, o que causa?

Câncer no pâncreas, o que causa?

Presença de tumor trata-se da proliferação de células que sofrem mutações, e se reproduzem desordenadamente. Sendo assim, qualquer parte do corpo pode ser afetada por essa enfermidade.

Neste artigo vamos falar especificamente a respeito do câncer no pâncreas. Continue lendo para entender o que pode causar essa doença, também quais são os sintomas que ela manifesta e ainda outras informações importantes a respeito desse assunto. Acompanhe

 

O que é o pâncreas?

O pâncreas é uma glândula que fica localizada logo atrás do estômago, na parte superior do abdômen. Ela é um dos órgãos que integram o sistema digestivo humano e possui duas funções: a primeira é a produção de insulina para controlar os níveis de açúcar no sangue, e a segunda, é a produção de enzimas que atuam no processo digestivo e de absorção dos alimentos.

 

O que estimula o desenvolvimento de câncer no pâncreas?

Assim como todos os tipos de câncer, esse que afeta o pâncreas possui causas que podem ser exteriores ou desencadeadas por características da saúde e do organismo do indivíduo. Um dos principais fatores causadores de câncer no pâncreas é o tabagismo, ou seja, mais uma vez o cigarro mostra que suas toxinas são extremamente perigosas para a saúde.

Sabemos que os tumores de pâncreas podem ser de várias naturezas  (cistos, sólidos, mucinosos) e com isso suas características mudam também.

De toda forma essa doença também pode ser causada por:

  • pancreatite crônica;
  • diabetes do tipo 2;
  • obesidade;
  • síndrome metabólica;
  • consumo de álcool;
  • síndromes genéticas;
  • tratamento anterior por radioterapia;
  • exposição a pesticidas e produtos químicos.

É bastante raro que o câncer no pâncreas se desenvolva em pessoas jovens, com menos de 30 anos de idade. De um modo geral, essa doença costuma atingir pessoas com idade acima de 50 anos, sendo mais frequente entre os 65 e 80 anos de idade. Também afeta a homens e mulheres na mesma proporção, não sendo específico para apenas um sexo.

Confira também Câncer no pâncreas – risco maior em fumantes e pessoas com pancreatite

 

Quais são os sintomas dessa doença?

Da mesma forma que alguns outros tipos de tumores malignos, o câncer no pâncreas demora a apresentar os seus sintomas iniciais. Isso dificulta o diagnóstico e acaba retardando o tratamento, o que faz com que a doença acabe sendo identificada quando já está num estágio mais avançado.

De toda forma, os sintomas mais comuns do câncer no pâncreas são:

  • dor abdominal com intensidade variada, que irradia para as costas;
  • perda de apetite;
  • perda de peso corporal;
  • anemia;
  • cansaço;
  • icterícia;
  • diabetes tipo 2.

Alguns desses sintomas, quando se manifestam, são indícios de que as células do câncer no pâncreas já conseguiram invadir a corrente sanguínea e estão afetando os órgãos vizinhos a essa glândula. Nessa fase a doença já está mais avançada e também se mostra bem mais resistente aos tratamentos.

 

Como é feito o diagnóstico?

Como dito, o diagnóstico do câncer no pâncreas pode ser dificultado em função da demora para os primeiros sintomas começarem a se manifestar. Porém, ainda assim esses sinais ajudam a identificar a doença, bem como são solicitados exames para obter um diagnóstico mais preciso sendo eles:

  • exames laboratoriais para análise do sangue;
  • ultrassonografia;
  • ressonância magnética;
  • tomografia computadorizada;
  • colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE).

O especialista também pode solicitar uma biópsia para que sejam analisadas amostras de tecido do paciente, para que se possa obter um diagnóstico ainda mais preciso sobre os tumores e identificar se de fato eles são malignos.

 

É possível tratar esse câncer?

A primeira opção de tratamento para o câncer no pâncreas é a cirurgia para retirada completa do tumor. Ela também é indicada quando a metástase já está prejudicando os órgãos vizinhos, como uma forma de reduzir os sintomas.

Pode ser utilizado como recurso paliativo a colocação de endopróteses, e a quimioterapia, que também pode ser associada à radioterapia, ajuda a controlar a progressão da doença aliviar, os sintomas e evitar a reincidência de tumores.

Embora o câncer no pâncreas tenha tratamento, o ideal é que essa doença seja evitada, e para isso, basta fazer a prevenção, especialmente evitando o uso de tabaco e ainda o consumo excessivo de álcool.

Para as pessoas que já apresentam fatores de risco como aquelas com diabetes e pancreatite crônica, o ideal é fazer o acompanhamento médico regularmente para controlar o quadro clínico e manter a saúde em equilíbrio.

Quanto mais precoce a investigação e história familiar positiva para a doença o rastreio e prevenção deve ser iniciada, sempre com acompanhamento médico especializado.

Prof. Dr. Luiz Carneiro
Diretor da Divisão de Transplantes de Fígado e Orgãos do Aparelho Digestivo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
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Câncer de Pâncreas: Causas

Câncer de Pâncreas: Causas

O Adenocarcinoma de Pâncreas é uma lesão maligna do pâncreas.

Hoje já existem dados que mostram uma possível pré disposição familiar para a doença. Associação muito próxima ao cigarro.

Sabemos que um dos órgãos, com maior associação de câncer com tumor é o pâncreas.

Pessoas com histórico familiar de câncer no pâncreas e que fumam, precisam de uma atenção maior. É uma lesão que preocupa na sua evolução.

Algumas lesões benignas como o cisto de pâncreas, doenças que chamamos de IPMN, são cistos no pâncreas mucinosos e essas lesões tendem a ser neoplásicas com o aumento da lesão.

Quando essas lesões benignas no pâncreas passam de 3cm elas podem se malignizar. Até os 3 cm, de maneira geral (a não ser que haja uma mudança de comportamento ou aspecto diferente), podemos pensar em tratar conservadoramente. Acima de 3cm, se recomenda como forma de prevenção que faça-se uma ressecção dessas lesões no pâncreas.

É um doença que tem várias etiologias, mas o que mais valorizamos hoje é um histórico familiar ou essas lesões císticas mucinosas do pâncreas.

Prof. Dr. Luiz Carneiro
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Pancreatite Dj Avicii

Pancreatite Dj Avicii

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Diretor da Divisão de Transplantes de Fígado e Orgãos do Aparelho Digestivo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
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Pâncreas Ectópico | Por Prof. Dr. Luiz Carneiro

Pâncreas Ectópico | Por Prof. Dr. Luiz Carneiro

Pâncreas ectópico é uma má formação congênita definida pela presença de tecido pancreático em localização diferente do habitual.

Pode aparecer no esôfago, estômago, duodeno e vias biliares. São achados incidentalmente, sendo clinicamente evidentes quando complicados.

O pâncreas ectópico é geralmente assintomático, no entanto, os sintomas podem ser devido a um aumento na secreção hormonal e enzimática do tecido ectópico, geralmente o paciente com pâncreas ectópico apresenta sintomas clínicos inespecíficos, tais como:

  • Dor epigástrica – a dor que ocorre na parte superior do abdômen, logo abaixo das costelas.
  • Náusea e distensão abdominal
  • Vômito
  • Melena – fezes pastosas de cor escura brilhante e cheiro fétido

Quando não apresenta sintomatologia, seu diagnóstico é incidental, o achado é geralmente de pequena massa, séssil de consistência emborrachada, localizado na submucosa em 85%.

Os procedimentos pelos quais pode ser diagnosticado são:

  • Laparotomia
  • Biópsia
  • Endoscopia
  • Necropsia
  • Laparoscopia

Tratamento

O pâncreas ectópico assintomático não requer apenas acompanhamento cirúrgico.

O pâncreas ectópico sintomático que manifesta os sintomas requer endoscopia e cirurgia.

O procedimento depende do tipo e tamanho do tecido ectópico e  como é encontrado na mucosa ou submucosa.

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Conheça os problemas do pâncreas que afetam o metabolismo

Conheça os problemas do pâncreas que afetam o metabolismo

O pâncreas é um órgão com grande importância do corpo. Conhecer os sintomas do seu mau funcionamento pode ajudar a prevenir problemas mais sérios de saúde. Um dos mais conhecidos problemas do pâncreas é a pancreatite, que altera muitas funções digestivas e é por vezes associada a maus hábitos alimentares.

Sintomas de problemas no pâncreas

  • Dor abdominal é um dos sintomas mais comuns que podem iniciar de forma súbita e aumentando gradativamente. Geralmente, acontece no centro do abdômen, onde o pâncreas está localizado, espalhando-se para a parte superior e posteriormente dorso;
  • Aumento da dor quando o indivíduo se deita de costas;
  • Diarreia com eliminação de gordura nas fezes;
  • Náuseas e vômitos após alimentação, geralmente associados à dor.

As principais doenças do Pâncreas são:

  • Diabetes Mellitus Tipo I;
  • Pancreatite, aguda ou crônica
  • A pancreatite crônica pode causar a Diabetes Mellitus tipo II;
  • Câncer de Pâncreas.

Como cuidar bem do Pâncreas

  • Faça o controle de glicemia no sangue e na urina;
  • Pare de consumir bebida alcóolica e de fumar; esses hábitos alteram a glicemia e o bom funcionamento do pâncreas. O fumo também é responsável pelo câncer de pâncreas;
  • Fracione sua alimentação a cada duas ou três horas;
  • Jamais fique em jejum – a hipoglicemia pode ser muito prejudicial;
  • Mantenha seu peso ideal – a obesidade pode complicar o tratamento do diabetes e a gordura estimula a resistência à insulina;
  • Mantenha-se ativo – já é comprovado que os exercícios físicos regulares regulam a glicose no sangue;
  • Evite açúcar;
  • Se não é insulino-dependente, a alimentação é o primeiro passo para o controle da glicemia;
  • Coma mais peixes, legumes, nozes e alimentos ricos em cromo, pois ele é necessário para o bom funcionamento do sistema de produção de insulina;
  • Use alimentos ricos em fibras, pois eles evitam os picos de produção de insulina, prolongando o tempo de digestão;
  • Controle a hipertensão arterial.

Os sintomas de câncer de pâncreas que muitas vezes passam despercebidos

No Brasil, o câncer de pâncreas representa 2% dos casos de câncer. Sintomas como dor no estômago, indigestão e perda de peso muitas vezes passam despercebidos. Mas podem indicar um problema grave – que, quanto antes for identificado, mais chances tem de ser curado.

São sinais, por exemplo, do câncer de pâncreas. A doença pode ser fatal e, segundo uma organização beneficente britânica, um em cada três adultos acaba ignorando seus sintomas.

Conheça os sinais

Atualmente, apenas uma em cada 10 pessoas diagnosticadas com câncer de pâncreas sobrevive mais do que cinco anos. Isso acontece principalmente porque os pacientes são diagnosticados tardiamente, quando as opções de tratamento já são muito limitadas, segundo a Pancreatic Cancer UK, organização que luta contra esse tipo de câncer no Reino Unido.

Uma pesquisa feita pela organização com 4 mil adultos mostra que o conhecimento sobre os sintomas da doença ainda é muito reduzido.

No Brasil, o câncer de pâncreas representa 2% dos casos de câncer – e 4% das mortes causadas pela doença, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). É mais comum em pessoas acima de 60 anos e tem maior incidência entre homens.

Sintomas comuns do câncer de pâncreas incluem:

  • Dor no estômago e nas costas
  • Perda de peso sem motivo
  • Indigestão
  • Mudança nos hábitos intestinais, como fezes que flutuam
  • Outros indícios são:
  • Perda de apetite
  • Icterícia (pele ou olho amarelado)
  • Sensação de estar doente
  • Dificuldade de engolir
  • Diagnóstico recente de diabetes
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