Medicamentos sem eficácia contra a Covid-19 têm causado graves efeitos colaterais | Veja São Paulo

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Medicamentos sem eficácia contra a Covid-19 têm causado graves efeitos colaterais | Veja São Paulo

A imagem mostra dois médicos usando roupa completa de proteção contra doenças transmissíveis cuidando de um paciente.

Prof. Dr Luiz Carneiro D’Albuquerque concedeu uma entrevista para o Jornal Veja São Paulo, Relatando que dois dos quatro pacientes colocados na fila de transplantes no HC, vieram a falecer pela condição de hepatite.

Confira a matéria no link a seguir:

Medicamentos sem eficácia contra a Covid-19 têm causado graves efeitos colaterais | Veja São Paulo

 
 

         por Dr. Luiz Carneiro D’Alburquerque

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      por Dr. Luiz Carneiro

D’Albuquerque

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Síndrome de Budd-Chiari: causas, sintomas e tratamento

Síndrome de Budd-Chiari: causas, sintomas e tratamento

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Última atualização em 13/08/2020 por Prof Luiz Carneiro

Síndrome de Budd-Chiari: causas, sintomas e tratamento

A síndrome de Budd-Chiari é uma doença hematológica, ou seja, as veias que saem do fígado entopem e o sangue não consegue sair, e o fígado começa a crescer levando a uma doença crônica do fígado.

Quando a doença é diagnosticada precocemente, é possível desobstruir as veias com anticoagulação, ou se for recente, com drogas fibrinolíticas.

Eventualmente, essa doença se instala e a pessoa só descobre quando tem outra doença associada. Portanto, a investigação e o tratamento devem ser feitos, caso contrário, a doença pode progredir ainda mais.

Qual especialidade trata a síndrome de Budd-Chiari?

Quando há suspeita de Budd-Chiari, nós temos que encaminhar para o hematologista para fazer uma pesquisa e descobrir qual doença ocasionou isso, pois existem vários tipos.

Então, o segmento passa a ser junto com o médico hematologista e também com o médico do fígado porque se trata também de uma doença crônica do fígado.

Como tratar a síndrome de Budd-Chiari?

Existem algumas manobras que resolvem o problema dessa obstrução da veia, uma delas é o TIPS, um stent colocado na veia porta, que entra no fígado, e a cava, que sai do fígado.

Isso tende a melhorar a evolução da doença, mas o TIPS deve ser implantado e seguido por um especialista porque é um procedimento muito complexo.

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Câncer colorretal: como é feito o diagnóstico?

Câncer colorretal: como é feito o diagnóstico?

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Última atualização em 11/08/2020 por Prof Luiz Carneiro

Câncer colorretal: como é feito o diagnóstico?

A imagem mostra uma ilustração do aparelho digestivo com um efeito para destacar o colorretal.

O câncer colorretal é bastante frequente na população brasileira. Ele afeta o intestino grosso, tanto o cólon quanto o reto e sua incidência se dá principalmente em pessoas entre 50 e 70 anos de idade, sendo homens e mulheres.

Algumas lesões precursoras, como os pólipos, favorecem a manifestação desse câncer. Ele também pode ser desencadeado por problemas intestinais pré-existentes, as inflamações crônicas. Esse é o caso, por exemplo, da doença de Crohn.

Os sintomas do câncer colorretal incluem alterações no funcionamento do intestino, dores e desconfortos abdominais, presença de sangue nas fezes, dor ao evacuar, entre outros. Seu diagnóstico é fundamental para iniciar o tratamento, uma vez que esse câncer também pode levar a óbito. Neste artigo apresentamos métodos diagnósticos utilizados para identificá-lo. Confira.

Colonoscopia

A colonoscopia é o método mais importante para diagnóstico do câncer colorretal. Ela é realizada com o auxílio do colonoscópio, um instrumento flexível que tem uma câmera de vídeo em sua ponta. Transmite imagens para um monitor permitindo ao médico visualizar o interior do intestino.

Por meio desse exame é possível analisar toda a estrutura do cólon, identificar lesões, como um pólipo nódulos ou até mesmo inflamações. O colonoscópio também possibilita fazer a introdução de outros instrumentos para fazer a retirada de possíveis pólipos e a coleta de fragmentos de tecido para biópsia.

Para realização da colonoscopia é preciso um preparo intestinal e a manutenção de uma dieta adequada antes do exame. É feita a administração de um sedativo durante ele, pois a medicação ajuda a tornar o exame mais confortável. De toda forma ele não é doloroso, apesar de possivelmente incômodo.

Colonoscopia virtual

Na colonoscopia virtual não é utilizado o colonoscópio, então, esse não é um exame invasivo. Na verdade, funciona basicamente como uma tomografia computadorizada, mas feita para visualização do cólon e do reto. São produzidas imagens seccionadas dessas estruturas por meio de um programa de computador.

Com esse exame é possível localizar possíveis pólipos ou o câncer colorretal. É uma alternativa para não realizar exames invasivos, bem como para ter maior precisão do local das lesões, sua extensão e visualizarem detalhes áreas suspeitas.

Biópsia

Como explicamos, durante a realização da colonoscopia pode ser feita a coleta de um pequeno fragmento de tecido das regiões suspeitas de câncer colorretal. Essas amostras são encaminhadas para o laboratório a fim de fazer a análise da sua composição.

A biópsia é fundamental para identificar o tumor, suas características e nortear da melhor forma o tratamento. Além disso, ela pode descartar uma suspeita de câncer identificando o tipo de tecido que se desenvolveu no intestino.

Exame de fezes

O exame de fezes é um método primário que pode ser adotado para identificar alterações no funcionamento do intestino. Pode ser realizado para investigar a imunoquímica fecal, a presença de sangue oculto nas fezes ou de DNA de células mutantes.

No entanto, esse exame não diagnóstica o câncer colorretal em si, pois aponta para alterações que podem indicar a doença. Por isso, quando identificada qualquer alteração há necessidade de complementar a investigação com outros métodos, como a colonoscopia.

Exame de sangue

O exame de sangue pode ser realizado tanto com o intuito de diagnosticar o câncer quanto para monitorar a doença e avaliar a resposta do organismo ao tratamento. É realizado como hemograma completo, de enzimas hepáticas ou marcadores tumorais.

No hemograma completo é possível analisar a presença de anemia por causa de sangramentos intestinais desencadeados pela doença. No exame enzimático verificamos as funções hepáticas para determinar se o câncer atingiu o fígado. Já no caso dos marcadores tumorais, como o antígeno carcinoembrionário e o CA 19.9, o exame é feito para monitorar o tratamento.

A mortalidade decorrente do câncer colorretal ainda é alta porque geralmente o diagnóstico da doença é tardio, dificultando o tratamento. Assim, é fundamental ficar atento aos sintomas e qualquer alteração no funcionamento do intestino ou nas fezes, bem como desconfortos orgânicos em geral, para buscar ajuda médica o quanto antes.

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Rejeição de fígado transplantado: qual a solução?

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Última atualização em 07/08/2020 por Prof Luiz Carneiro

Rejeição de fígado transplantado: qual a solução?

Entre todos os transplantes de órgãos do nosso corpo, o de fígado é o que menos dá rejeição. O índice de rejeição crônica é muito pequeno, mas existe uma porcentagem.

Solução para rejeição crônica do fígado transplantado

Na grande maioria das vezes, quando há alguma forma de rejeição grave, é possível tratar com medicamentos. O tratamento é à base de medicações e a imunossupressão que é utilizada no dia a dia, como, por exemplo, o tacrolimus, mofetil micofenolato, corticoide, ciclosporina, timoglobulina, e mais recentemente surgiu o everolimus, que é uma droga específica para o fígado e não gera tanta lesão renal.

Contudo, existe um arsenal muito grande de drogas sendo possível resgatar a grande maioria dos fígados. Há uma pequena quantidade de pessoas que pode ter problemas na absorção de drogas ou que deixa de tomar o remédio na hora certa e na quantia certa. Muitos pacientes tiveram que recorrer ao retransplante por uma perda do uso contínuo da medicação.

Como evitar a rejeição crônica

Portanto, no pós-transplante é fundamental o uso contínuo da imunossupressão no horário correto e o acompanhamento periódico com o médico para evitar que o órgão seja perdido.

Óbvio que existem exceções, mas é muito raro perder o fígado por rejeição crônica. Caso não haja uma aderência perfeita ao tratamento, infelizmente podemos hesitar na indicação do retransplante.

Portanto, é muito importante que você tome o seu remédio corretamente. Faça os exames periódicos para saber se a dose do remédio está certa e de acordo com as especificações.

Caso tenha rejeição, existem outras drogas que podem ser associadas e que resolvem o problema na maioria das doenças. Fique tranquilo porque é muito raro precisar de um retransplante por perda de rejeição crônica do fígado transplantado.

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