Megaesôfago: tratamento

O megaesôfago é decorrente de uma alteração da motilidade do esôfago. O clássico megaesôfago é o megaesôfago chagásico, existem outros que são mais raros.

 

Tratamento

Existem alguns tipos de tratamento para essa dilatação que ocorre no esôfago, como:

Cirúrgico

Um exemplo clássico é aquele paciente que tem uma enorme dificuldade para engolir, não consegue engolir e tem muita perda de peso.

Quando se faz a endoscopia, observa-se o esôfago dilatado, já com grau que pode ser muito variável, mas que é diagnosticado e precisa ser operado.

Existem hoje algumas gradações e pra isso o tratamento é cirúrgico, quando é avançado e possui uma dilatação o tratamento é cirúrgico.

Veja também: Esofagectomia – o que é e casos indicados.

 

Dilatação forçada da cárdia

Existem formas mais iniciais em que o paciente tem dificuldade para engolir e quando faz a endoscopia percebe-se que o esôfago ainda é muito pequeno, mas que existe certa flacidez.

Um bom endoscopista faz a suspeita de que seja um megaesôfago na forma inicial. Assim, pode-se fazer a dilatação dessa região por via endoscópica, chamada de dilatação forçada da cárdia, com o uso de alguns aparelhos e sondas que fazem a dilatação.

Uma parte do doente melhora significativa, nas outras a doença progride e necessitarão de formas de tratamento invasivas.

Existem algumas propostas de fazer isso de forma leves por via endoscópica e pode ser feito em um centro de referência, é um método muito experimental.

 

Laparoscópica

A forma mais tradicional é operar por via laparoscópica com furos na barriga, fazendo a secção desse músculo faz a secção desse músculo tirando a fita doente que fecha o esôfago.

Com isso, o esôfago abre, fica uma passagem para a válvula, coloca o estômago em cima de maneira que o ar do estômago, quando insuflado, comprima o esôfago e impeça a volta do ácido.

Veja mais: Megaesôfago – o que é e sintomas.

Essa é uma explicação simples, mas mostra que os resultados do megaesôfago podem ser excelentes, principalmente quando ele é incipiente na forma inicial ou quando não está muito avançado.

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Prof. Dr. Luiz Carneiro

Diretor da Divisão de Transplantes de Fígado e Orgãos do Aparelho Digestivo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP

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